Governador do DF convoca reunião com cúpula de segurança
Agnelo discute estratégias de combate à onda de crimes na capital federal.
Em, janeiro, número de homicídios é 40% maior que mesmo mês de 2013.
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, convocou toda a cúpula da segurança pública para discutir ações para conter a criminalidade na capital federal. Participam da reunião na manhã desta sexta (31) o secretário de Segurança, Sandro Avelar, o comandante da Polícia Militar, Anderson Moura, e os comandantes de todos os batalhões da PM.
A reunião é a segunda em menos de 10 horas. Na noite desta quinta-feira, o governador se reuniu com Avelar no Palácio do Buriti, sede do governo do DF, para discutir estratégias de combate à violência. Em janeiro, o número de homicídios no Distrito Federal teve um aumento de mais de 40% em relação ao mesmo mês do ano passado.
De acordo com o secretário de Segurança, a operação tartaruga deflagrada por policiais militares e bombeiros contribuiu para os índices negativos do setor. Os PMs reivindicam reajuste salarial e a reestruturação da carreira, entre outros pontos.
O cabo Eliomar Rodrigues disse que os policiais esperam o resultado da reunião. "Vamos aguardar para ver qual vai ser o procedimento do GDF [em relação ao resultado da reunião]. Estamos tranquilos porque estamos agindo sempre dentro da lei", afirmou.
Nesta manhã PMs colocavam cartazes em pontos de ônibus cobrando do GDF melhores condições de trabalho. Rodrigues negou que o movimento dos PMs e bombeiros tenha caráter político. “Não somos inimigos da sociedade, nem do governo."
Nos cartazes, a polícia atribui a culpa pela onda de violência que atinge diversas regiões no Distrito Federal ao governador Agnelo Queiroz, que, segundo a PM, por não cumprir as 13 promessas feitas durante a campanha, entre elas a de reajuste salarial.
“São 30 mil cartazes. Em cada região tem um representante Aspra [Associação de Praças, Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal] distribuindo. É ‘tartarugão’ na cabeça, não mudamos, não adianta ameaçar no jornal, fazer reunião. Quem manda são os policiais”, disse o presidente em exercício da Aspra, sargento Sansão Barbosa.
Aumento da violência
A um dia do fim do mês de janeiro, o número de homicídios no DF subiu 38,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, 68 homicídios haviam sido registrados no DF entre o dia 1º e a manhã de quinta-feira, 19 a mais que nos 31 dias do mesmo mês de 2013.
Nesta quinta, o governador Agnelo Queiroz criticou o movimento dos policiais e disse – sem detalhar as ações– que vai tomar todas as medidas para assegurar a segurança da população. “A Polícia Militar tem todo o direito de reivindicar, o que eles não têm direito é de colocar em risco a vida da população. O GDF vai tomar todas as medidas necessárias para que Brasília não se torne refém do medo", afirmou.
De acordo com o secretário de Comunicação, André Duda, as recentes notícias de violência, incluindo a morte de um homem em frente ao prédio dele, em Águas Claras, em uma tentativa de assalto, motivaram o comentário.
Leonardo Almeida Monteiro, de 29 anos, voltava da academia e estacionava o carro na porta quando foi abordado por três homens. Testemunhas afirmam que crianças que brincavam no prédio viram a cena e gritaram, para alertá-lo. A vítima tentou correr, mas foi atingida no pescoço.
Na segunda-feira (27), o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, admitiu pela primeira vez que o protesto dos policiais tem influenciado negativamente o índice de criminalidade em Brasília. Segundo ele, houve redução de 40% no número de armas apreendidas no período, em relação à média dos meses anteriores – de 130 para 80
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O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, convocou toda a cúpula da segurança pública para discutir ações para conter a criminalidade na capital federal. Participam da reunião na manhã desta sexta (31) o secretário de Segurança, Sandro Avelar, o comandante da Polícia Militar, Anderson Moura, e os comandantes de todos os batalhões da PM.
A reunião é a segunda em menos de 10 horas. Na noite desta quinta-feira, o governador se reuniu com Avelar no Palácio do Buriti, sede do governo do DF, para discutir estratégias de combate à violência. Em janeiro, o número de homicídios no Distrito Federal teve um aumento de mais de 40% em relação ao mesmo mês do ano passado.
De acordo com o secretário de Segurança, a operação tartaruga deflagrada por policiais militares e bombeiros contribuiu para os índices negativos do setor. Os PMs reivindicam reajuste salarial e a reestruturação da carreira, entre outros pontos.
De acordo com o secretário de Segurança, a operação tartaruga deflagrada por policiais militares e bombeiros contribuiu para os índices negativos do setor. Os PMs reivindicam reajuste salarial e a reestruturação da carreira, entre outros pontos.
O cabo Eliomar Rodrigues disse que os policiais esperam o resultado da reunião. "Vamos aguardar para ver qual vai ser o procedimento do GDF [em relação ao resultado da reunião]. Estamos tranquilos porque estamos agindo sempre dentro da lei", afirmou.
Nesta manhã PMs colocavam cartazes em pontos de ônibus cobrando do GDF melhores condições de trabalho. Rodrigues negou que o movimento dos PMs e bombeiros tenha caráter político. “Não somos inimigos da sociedade, nem do governo."
Nos cartazes, a polícia atribui a culpa pela onda de violência que atinge diversas regiões no Distrito Federal ao governador Agnelo Queiroz, que, segundo a PM, por não cumprir as 13 promessas feitas durante a campanha, entre elas a de reajuste salarial.
“São 30 mil cartazes. Em cada região tem um representante Aspra [Associação de Praças, Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal] distribuindo. É ‘tartarugão’ na cabeça, não mudamos, não adianta ameaçar no jornal, fazer reunião. Quem manda são os policiais”, disse o presidente em exercício da Aspra, sargento Sansão Barbosa.
Aumento da violência
A um dia do fim do mês de janeiro, o número de homicídios no DF subiu 38,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, 68 homicídios haviam sido registrados no DF entre o dia 1º e a manhã de quinta-feira, 19 a mais que nos 31 dias do mesmo mês de 2013.
A um dia do fim do mês de janeiro, o número de homicídios no DF subiu 38,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, 68 homicídios haviam sido registrados no DF entre o dia 1º e a manhã de quinta-feira, 19 a mais que nos 31 dias do mesmo mês de 2013.
Nesta quinta, o governador Agnelo Queiroz criticou o movimento dos policiais e disse – sem detalhar as ações– que vai tomar todas as medidas para assegurar a segurança da população. “A Polícia Militar tem todo o direito de reivindicar, o que eles não têm direito é de colocar em risco a vida da população. O GDF vai tomar todas as medidas necessárias para que Brasília não se torne refém do medo", afirmou.
De acordo com o secretário de Comunicação, André Duda, as recentes notícias de violência, incluindo a morte de um homem em frente ao prédio dele, em Águas Claras, em uma tentativa de assalto, motivaram o comentário.
Leonardo Almeida Monteiro, de 29 anos, voltava da academia e estacionava o carro na porta quando foi abordado por três homens. Testemunhas afirmam que crianças que brincavam no prédio viram a cena e gritaram, para alertá-lo. A vítima tentou correr, mas foi atingida no pescoço.
Na segunda-feira (27), o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, admitiu pela primeira vez que o protesto dos policiais tem influenciado negativamente o índice de criminalidade em Brasília. Segundo ele, houve redução de 40% no número de armas apreendidas no período, em relação à média dos meses anteriores – de 130 para 80
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